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Tudo o que aconteceu no XII Cinefest Gato Preto


Este ano, 2016, foi muito prazeroso para os realizadores do Gato Preto.

Recebemos 483 filmes, selecionamos 50 deles para serem exibidos, convidamos realizadores, fizemos oficinas, debates, encontros e respiramos cinema em Lorena.

Tudo começou com a parceria entre a Trapézio e a Unifatea para a realização do festival, que teve o patrocínio do Hotel Clube dos 500 e parcerias com o festival Ojo Al Sancocho e a finalizadora Clandestino.

O festival convidou os realizadores a apresentarem seus filmes nas sessões. Entre eles, na sessão de abertura foi exibido o curta (A)Lugar, de Geovana Mara e Priscila Cabett, filme que surgiu na Oficina de Roteiro do XI Cinefest Gato Preto, em 2015.

O filme O Voo, de Manoela Ziggiati, também exibido na abertura e com a presença dela e de seu filho Vitor, personagem do curta, recebeu o Prêmio de Melhor Direção.

O público de Lorena e das cidades da região do Vale do Paraíba se encantaram com as sessões e lotaram o belo Teatro Teresa D'Avila, na Unifatea.

Entre os filmes favoritos do público, Carol, de Mirela Kruel, foi o mais bem votado, levando o prêmio de Júri Popular (recebeu também uma menção , seguido por Hospital da Memória, de Pedro Paulo de Andrade, Silêncio, de Bianca Rêgo e Boa Noite, Charles, dos Irmãos Carvalho (filme que recebeu o Prêmio de Melhor Montagem).

Os Irmãos Carvalho, aliás, são uma "descoberta" do Gato Preto. Foi feita uma sessão especial, exibindo três curtas realizados pelos irmãos Eduardo e Marcos, seguido por um debate com o público e realizadores.

Os debates aconteceram diariamente, promovendo uma grande troca entre os realizadores. Todos saem do Gato Preto felizes com essas interações e planejando futuros projetos em conjunto.

Além dos deabtes sobre os filmes, foram realizadas discussões especiais, sobre a sustentabilidade no cinema, com Ana Fisch, da Avesso Sustentabilidade e outro sobre o lugar da mulher no cinema, com Daniella Aun, Lívia Perez e Manoela Ziggiati.

O festival ainda teve outras sessões especiais, como a Infantil, a Juvenil e a Latina.

E novamente contou com oficinas que agradaram o público da região, de Documentário, de Roteiro, Encontrando a Piada (humor) e uma especial na Escola Estadual Joaquim Vilela de Oliveira Marcondes, que também fizeram vídeos de 1 minuto que foram exibidos em todas as sessões.

Outro diferencial do Gato Preto é valorizar os cartazes dos filmes. Fizemos uma exposição dentro a Unifatea.

E o cartaz premiado foi do curta Tango, que também ganho o Prêmio de Melhor Som.

A cerimônia de encerramento aconteceu no Espaço Zen, lindo local dentro do Hotel Clube dos 500.

Acompanhada de perto por nosso excelente júri (com pernas sincronizadas): Daniel Gaggini, Daniela Aun e Lívia Perez.

O grande vencedor do festival foi o filme Lúcida, de Fabio Rodrigo e Caroline Neves, que recebeu os prêmios de Melhor Filme, Melhor Roteiro e Melhor Fotografia. Os outros premiados ainda não citados são: Tarja Preta (Prêmio Especial do Júri); Marlindo Paraíso e a Kombi do Amor (Menção Honrosa); Quintal (Melhor Atuação); E o Galo Cantou (Melhor Direção de Arte);

E ainda teve o prêmio de Melhor Roteiro de Oficina, que foi realizada dentro do Hotel Clube dos 500, dado para o Mnemônico, de Erik Constantino e Jonas Amorim.

Para fazer o festival é necessário muito amor. E muitas pessoas também. Que venha 2017!

Se preparem que o ano que vem tem mais Gato Preto em nossas vidas!


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