• Gato Preto

29/11 - 19h - Sessão Competitiva 2 - Montagem


As sessões acontecem sempre no Teatro Teresa D’Avila, na Unifatea Avenida Doutor Peixoto de Castro, 539 - Lorena

O Cinefest Gato Preto divide as sessões da mostra competitiva em áreas do cinema, pensando na melhoria do debate.

Esta é uma sessão que assume o documentário como forma. Ou ao menos flerta com ele. E a montagem em filmes documentais faz parte integrante da construção narrativa. No caso de "Abissal", um filme que mudou de percurso no caminho, a montagem consegue construir uma narrativa surpreendente que nos revela algo a cada sequência. "Vilão" é um filme de construção lenta, planos longos e fortes, que nos obriga a entrar em cada um e sentir a angústia do personagem. "No Tempo do Dashicô" também se dedica a tempos alongados, já em um clima um pouco mais leve, de memórias e reconstrução de um passado que não existe mais ou que ainda sobrevive com muita resistência. E por fim, "Borá", que tem uma construção narrativa muito interessante, com uma importante integração do ritmo de cortes com o ritmo da narração.

19h - Sessão Competitiva 2 - Montagem (75 min)

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“Abissal”, de Arthur Leite (17min)

Sinopse:

Partindo do projeto de pesquisar a vida de um avô que nunca conheceu, o cineasta cearense Arthur Leite começa a investigar a história da própria família. Quanto mais mergulha nela, mais se afasta da ideia original, percebendo que a personagem, na verdade, é sua avó, Rosa – que, diante de uma câmera, dispõe-se a fazer revelações inesperadas sobre esse passado desconhecido.

“Vilão”, de Webson Dias (19min)

Sinopse:

Diego é mais um a deixar o sistema prisional no Brasil, vivendo uma situação limite entre os dois mundos reais que o atormentam, o de dentro (cadeia) e o de fora (sociedade). Entre os amigos, a música e as paredes de um quarto, ele tenta se reintegrar a um sistema que, de fato, nunca o aceitou.

Trailer:

https://www.youtube.com/watch?v=nzsKB5b6ZKA&t=2s

“No Tempo do Dashicô”, de Coraci Ruiz e Julio Matos (25min)

Sinopse:

Uma prática em extinção, um território em transformação. Na comunidade japonesa de Ilha Grande, são poucos os que ainda fazem o Dashicô – uma antiga técnica de preparar o peixe. Na memória dos mais velhos, nas ruínas espalhadas pelas praias e nos novos sabores industrializados, o tempo de antigamente vai ficando longe… mas existem coisas que não podem ser esquecidas.

Trailer:

https://vimeo.com/166079481

“Borá”, de Angelo Defanti (14min)

Sinopse:

Em setembro de 2012, o prefeito de Borá escreve uma postagem no Facebook.


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