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Resumo do XV Cinefest Gato Preto - 2019


Em 2019 o Cinefest Gato Preto completou 15 anos de vida, com uma bela realização de seu projeto, na cidade de Lorena, Vale do Paraíba, SP.

Realizado pela Trapézio Produções Culturais, Fundação Olga de Sá e Unifatea e Governo do Estado de São Paulo o projeto foi contemplado pelo Proac Editais.

Durante a semana de 5 a 9 de novembro, 48 filmes foram exibidos (confira a lista completa de filmes selecionados aqui), 5 debates sobre áreas do cinema (roteiro, direção de arte, montagem, produção e atuação), 4 oficinas (realização periférica, produção, direção de fotografia e roteiro) e ainda teve uma sala especial com os filmes do lorenense J. Nicodemos. (confira a programação completa nesse link)

A cerimônia de abertura, com a sala lotada, teve uma homenagem à Prof. Olga Arantes, uma das fundadoras do Cinefest Gato Preto, com a exibição do filme "Me Contaram que Contar é Bom", de Barbara Andrade.

Após as falas, foi exibida à Sessão Competitiva de Produção, com os filmes:

As Viajantes | dir. Davi Mello (SP) - 11’

Marco | dir. Sara Benvenuto (CE) - 20’

Majur | dir. Rafale Irineu (MT) - 20’

Sangro | dir. Tiago M., Bruno H. e Guto BR (SP) - 7’

Cidade Adormecida | dir. Gabiru (SP) - 5’ (filme vencedor do Gato Lab 2018)

(mais detalhes sobre a sessão no link)

Após a sessão, houve um debate sobre o tema "produção" com os realizadores presentes: Sara Benvenuto (Marco), Davi Mello (As Viajantes), Tiago Minamisawa (Sangro) e Gabiru (Cidade Adormecida). o debate foi mediado pela Prof. Flavia Gabriela.

Durante as tardes, oficinas foram oferecidas para o público, gratuitamente.

Marcelo Torres (foto abaixo), produtor de filmes como Central do Brasil, Xingu e Cazuza, ofereceu a oficina de produção e foi parte do júri oficial. Sylvia Palma, roteirista, autora de projetos como O Filho do Crime e Caminho das Pedras, que já trabalhou em diversos canais de TV, como Globo e Record, ministrou uma oficina de roteiro e foi membro do júri oficial.

Leo grego, diretor de fotografia e criador da escola de cinema Master Shots, ministrou uma oficina de direção de fotografia. E Fabio Rodrigo, cineasta já premiado no Gato Preto com o filme Lúcida, deu uma oficina de realização periférica.

Além dessas, uma parceria com o Sesc Taubaté trouxe a oficina de Stop Motion Brinquedos de Montar e Animar, com Rodrigo Mafra e Natalia Calamari. Ela foi levada para crianças de projetos sociais, no Provim e no Cemari. (foto abaixo)

Um dos pontos altos do festival é o encontro de realizadores do Vale, que aconteceu após a sessão de filmes da região, com um debate muito importante.

Estavam presentes Jorge Nicoli e Carmem Xavier (Uma Mulher Chamada Clarice), Thayná de Castro (1440), Rafael Ervolino (Profundo - O Livro de Azaziel), Pedro Garcia (O Apartamento da Velhinha) e outros realizadores que não tinham filmes na mostra local, além de participantes do Gato Lab 2019, que foram os responsáveis por premiar o melhor filme do Vale. (Carol Lobo, Carolina Serra, Junior Vaccari e Vania Oliveira).

Outros realizadores estiveram presentes e apresentaram seus filmes, assim como participaram de debates.

Pedro Riera veio com sua mãe e personagem, Claudia, do filme Meio Filme de Família. Meio Filme de Viagem. Já o diretor e montador Fabio Rogério (Impávido Colosso), esteve no festival com seu filho. Ambos participaram do debate de montagem com a participação de Pedro Aquino (montador de Copacana Madureira) e mediação de Maurílio Láua.

Na sessão de roteiro tivemos a presença de Jessica Teleze (diretora e roteirista de Campo Minado), Yan Motta (montador e roteirista de Cor de Pele) e a atriz Larissa Bocchino (Teoria Sobre um Planeta Estranho).

Para o debate de direção de arte, estavam presentes Fernando Timba (diretor de arte de Sem Asas e A Felicidade Delas), Luana Castilho (diretora de arte de Sem Asas e Menino Pássaro e figurinista de Mesmo Com Tanta Agonia) e Luiza Conde (diretora de arte de Mesmo Com Tanta Agonia).

Já para a sessão de atuação, estavam presentes a atriz Maria Aidê (Casa de Vó), o diretor Matheus Murucci (Abraço) e o diretor Pedro B. Garcia (Aulas que Matei).

Para finalizar o festival, tivemos a cerimônia de encerramento com as premiações. (confira todos os premiados no link)

A premiação mais importante e mais emocionante foi a do Gato Lab, que premia com 5 mil reais um projeto, incentivando sua realização. O projeto premiado foi Duda, de Carol Lobo.


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